Importantíssimo
o discurso em que a presidenta Dilma Rousseff reitera o compromisso que
mantém desde que se tornou candidata e repetiu na campanha, de combater
a pobreza com as políticas que implementa em seu governo, de manutenção
do crescimento econômico com geração de emprego e distribuição de
renda. A importância reside exatamente nessa parte em que ela destaca
que esta é a nossa saída para a crise internacional. Mais do que isso,
a presidenta transmitiu nossa indignação e inconformismo com as
políticas contracionistas, e reafirmou nossa rebeldia contra a pobreza
e a desigualdade. Mostrou que políticas que combatem esses desajustes
continuam nos guiando, e a seu governo, rumo a um Brasil para todos.

No cenário de crise global é quase uma
proeza o que conseguem nesse campo o Brasil e sua presidenta. A
importância do pronunciamento da chefe do governo reside exatamente
nessa parte em que ela destaca que esta é a nossa saída para a crise
internacional.
"Nosso país - destacou a presidenta - vem sendo
apontado como muito bem sucedido (...). Ao mesmo tempo em que cresce,
distribui renda. Isso é muito importante no momento em que estamos
vivendo em que economias e sociedades de países desenvolvidos passam
por grandes dificuldades."
A chefe do governo observou que com a
crise do euro estão de volta "vários fantasmas que pareciam afastados
pelas expansões monetárias bastante significativas(...). Todo esse
processo começa a ser questionado politicamente, não só pelo que
aconteceu na França e na Grécia mas, também, pelo que aconteceu naquele
Estado alemão, Renania do Norte-Westfalia".
Eleitores rechaçam políticas de austeridade extrema
Na
França e na Grécia, em eleições há pouco mais de uma semana, a
população rejeitou as políticas de austeridade absoluta, que dizimam
principalmente os programas sociais. Na França foi eleito o candidato
da esquerda, François Hollande (Partido socialista) - que assume hoje -
e na Grécia, os eleitores não deram maioria que possibilitasse a
formação de um governo a nenhum partido, embora a esquerda somada tenha
obtido maior apoio - 25% dos votos.
No Estado alemão da Renania
do Norte-Westfalia, base política da chanceler Ângela Merkel, em
eleições realizadas no último domingo, ela foi fragorosamente
derrotada. Foi a 11ª eleição regional que a sra. Merkel e seu partido
perderam no país desde que ela, na liderança econômica da Europa,
passou a impor ao continente suas políticas ortodoxas de austeridade.
Na
análise desse quadro, a presidenta Dilma Rousseff justificou suas
políticas acentuando que as implementa porque definitivamente o governo
não aceita mais uma característica que marcava o nosso Brasil no
passado, a divisão entre "um país rico, com futuro", e "um país frágil,
pobre, sem esperança".
O Brasil Carinhoso
O
programa em cujo lançamento no Planalto a presidenta fez o
pronunciamento, vai atender famílias em extrema pobreza com crianças de
zero a seis anos. "Quando a gente garante a renda mínima a cada membro
de uma família estamos reconhecendo que somente é possível retirar uma
criancinha da extrema miséria, se tirarmos toda a sua família. Sem isso
é impossível", declarou a presidenta.
Ao dar ênfase às políticas
econômicas e sociais que implementa e levam à distribuição e ao
crescimento da renda, a governante brasileira aponta a saída para a
crise internacional: a mudança das politicas de mão única adotadas na
Europa, já rechaçadas com as vitórias dos socialistas na França e na
Grécia, e dos sociais-democratas na Alemanha.
Mais do que
isso, a presidenta transmitiu nossa indignação e inconformismo com as
políticas contracionistas adotadas como saída para a crise, e reafirmou
nossa rebeldia contra a pobreza e a desigualdade. Mostrou que políticas
que combatem esses males e desajustes continuam nos guiando, e a seu
governo, rumo a um Brasil para todos.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Quem sou eu
- Blog do Badel
- Nome: José Ivaldo Martins Guimaães (BADEL) Pai: Luiz Martins Guimarães. Mãe: Maria da Conceição Martins. Data Nascimento: 06/12/1971. Iniciei minha caminhada na politica em 1991, ano em que me filiei ao Partido dos Trabalhadores - PT, sendo no ano de seguinte (92) me candidatei pela 1º ao cargo de Vereador (não me elegi), neste mesmo ano iniciei minha atuação na pastoral da Juventude - PJ, uma grande escola onde pude aprender muito da relação igreja e politica, aprendi muito com Padres, Diagonos e leigos. Em 1996 sai pela 2ª vez candidato a vereador e mesmo sendo o 5º mais votado do municipio também nao me elegi, e pela 3ª fui candidto em 2000, e com 394 cotos me elegi vereador, foram 4 anos de aprendisagem e muita luta, e em 2004 me reelegi com 559 votos. Bem mais madura fizemos um mandato com atuação em plenário, mais sobre tudo com uma aforte atuação os movimentos sociais, me consolidando como uma forte liderança em 2008 disputei a eleição para Prefeito e com 5.624 (34%) votos fiquei em 2º colocado. Hoje estou no INCRA atuando com Chefe de Gabinete do INCRA Belém, e também sou Presidente Municipal do meu partido o Partido dos Trabalhadores - PT.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Presidenta reafirma compromisso com o social e políticas para escapar da crise global
Dilma Rousseff
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