
Dilma e ministros na abertura da Rio+20
“O
meio ambiente não é um adereço, faz parte da visão de crescer e
incluir”, destacou a presidenta Dilma Rousseff, ao abrir a Conferência
das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 com um
discurso em que inaugurou a Casa do Brasil, o pavilhão do país no
encontro, o maior sobre a preservação do meio ambiente promovido pela
ONU nos últimos tempos.
De forma muito oportuna, a presidenta
permeou todo o seu pronunciamento com a defesa do desenvolvimento
sustentável, alertas sobre como ele pode ser buscado mesmo em meio à
crise econômica e os esforços e conquistas do Brasil obtidos nesse
campo.
A chefe do Estado brasileiro aproveitou a abertura
oficial para lançar um alerta aos países desenvolvidos; "Sobretudo
durante crises, é importante que tenhamos consciência de que não tem
desenvolvimento possível com base em ajustes que prejudicam pessoas,
ajustes que prejudicam o meio ambiente e a biodiversidade."
Brasil, um exemplo para os emergentes
"Nós
confluímos e convergimos para afirmar que os povos dos países
emergentes, da África, da Ásia e da América Latina, que não partilharam
dos frutos do desenvolvimento, possam partilhar através de um programa
de inclusão social. Isso é possível fazer", disse a presidenta ao
afirmar que o Brasil, em matéria de desenvolvimento sustentável, pode
ser um exemplo para os outros países emergentes.
A presidenta
destacou que o Brasil tem assumido de forma voluntária compromissos de
proteção ambiental. “Aqui (no Pavilhão Brasil) apresentamos exemplos
concretos de como o Brasil cumpre esses compromissos (...).
Consideramos que a sustentabilidade é um dos eixos centrais da nossa
concepção de desenvolvimento.”
Lembrou na sequência que o Brasil
tem reduzido a desigualdade social ao mesmo tempo em que diminui o
desmatamento. “Desde 2004 nosso desmatamento se reduziu em 77%. (...).
Temos 45% da nossa energia decorrente de fontes renováveis.
Consideramos que nossa agricultura tem imensa capacidade de ser
sustentável”, exemplificou.
O desenvolvimento com a preservação, a inclusão e a integração
A
presidenta lançou um alerta sobre a necessidade de todos os países do
mundo assumirem compromissos de alcançar metas de desenvolvimento
sustentável, principalmente as nações desenvolvidas que enfrentam crise
em suas economias.Assinalou que o Brasil registrou crescimento
econômico de 40% desde 2003, sem nunca ter abandonado três eixos
principais, a preservação, a inclusão e a integração."
"Nóss
queremos mostrar - adiantou - as conquistas alcançadas e nosso
compromisso com a redução da miséria ao mesmo tempo que vemos países
avançados sofrendo revezes.Não consideramos que o respeito ao ambiente
só se dá em fase de expansão do ciclo econômico. Pelo contrário, um
posicionamento pró-crescimento, de preservar e conservar é intrínseco à
concepção de desenvolvimento, sobretudo diante das crises."
O Pavilhão do Brasil
Palco
da abertura oficial da Conferência hoje, o Pavilhão ou Casa do Brasil,
no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, em frente
ao Riocentro (principal sede das reuniões oficiais da Rio + 20) tem uma
estrutura de 4.000 metros quadrados construída com contêineres
reaproveitáveis.
Em seu interior, uma exposição multimídia
mostra programas e projetos dos ministérios e órgãos governamentais.No
espaço em seu entorno estão montadas quatro áreas de exposição de
programas de inovação, tecnologia sustentável e inclusão social, como
os programas Minha Casa, Minha Vida, o Água Doce, o Cultivando Água Boa
e o de produtos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(EMBRAPA).
No dia 20, a presidenta Dilma Rousseff volta ao Rio
para se reunir com chefes de Estado e de governo até o dia 22, último
dia da Conferência.Cerca de 140 países enviaram delegações para
participar do encontro e dirigentes de muitos deles participarão dessas
reuniões no Riocentro.
Entre integrantes das delegações oficiais
e representantes de organizações da sociedade civil mais de 50 mil
pessoas devem participar da Rio+20 ao longo dos 10 dias de eventos
relativos à Conferência.
Quem sou eu
- Blog do Badel
- Nome: José Ivaldo Martins Guimaães (BADEL) Pai: Luiz Martins Guimarães. Mãe: Maria da Conceição Martins. Data Nascimento: 06/12/1971. Iniciei minha caminhada na politica em 1991, ano em que me filiei ao Partido dos Trabalhadores - PT, sendo no ano de seguinte (92) me candidatei pela 1º ao cargo de Vereador (não me elegi), neste mesmo ano iniciei minha atuação na pastoral da Juventude - PJ, uma grande escola onde pude aprender muito da relação igreja e politica, aprendi muito com Padres, Diagonos e leigos. Em 1996 sai pela 2ª vez candidato a vereador e mesmo sendo o 5º mais votado do municipio também nao me elegi, e pela 3ª fui candidto em 2000, e com 394 cotos me elegi vereador, foram 4 anos de aprendisagem e muita luta, e em 2004 me reelegi com 559 votos. Bem mais madura fizemos um mandato com atuação em plenário, mais sobre tudo com uma aforte atuação os movimentos sociais, me consolidando como uma forte liderança em 2008 disputei a eleição para Prefeito e com 5.624 (34%) votos fiquei em 2º colocado. Hoje estou no INCRA atuando com Chefe de Gabinete do INCRA Belém, e também sou Presidente Municipal do meu partido o Partido dos Trabalhadores - PT.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Na abertura da Rio + 20, os alertas da presidenta Dilma sobre a crise econômica
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